CERTO E ERRADO. QUEM SABE A DIFERENÇA?
- Renata Rocha

- 26 de out. de 2022
- 1 min de leitura
Se é tão errado assim porque eu ainda sinto o amargo da despedida no fundo da boca? porque então os olhos ardem sempre que respiro a ausência da presença? É como se o certo de agora não fosse o ideal a se fazer (hoje). E, apesar do emaranhado de dúvidas que pairam sobre mim neste instante, meu “eu” sabe que, até os fortes precisam de uma pausa nas suas loucuras diárias. Ainda que preciso for mergulhar em seus piores medos. Medo. Essa é uma boa indagação, inclusive. Fazer o que acreditamos estar certo conflita diretamente com o medo de ser errado. De um lado, alívio. Do outro, insegurança. Certo ou errado. Quem pode definir?
Indagações. Se o correto é ir. Porque a vontade é de ficar? Seria amor ou apenas costume de saber que se tem para onde voltar?
Sabe o que é? às vezes a que nós gostaríamos que fosse para sempre é apenas uma parcela do que realmente pode vir a se tornar se trilharmos pelos caminhos que estão fora dos mapas mais procurados pelos turistas. Coragem, menina!!
RENATA ROCHA




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